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sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Uma Breve História da Seita de Edir Macêdo


Em 1977, juntamente com R. R. Soares, Edir Macedo fundou a igreja que viria a ser a quarta maior corrente religiosa do Brasil: a Igreja Universal do Reino de Deus. Mais tarde, os dois romperam a “sociedade” e R. R. Soares fundou sua própria empresa igreja, a Igreja internacional da Graça de Deus.
Conhecida principalmente pela forma extravagante e constrangedora com a qual pede o dízimo de seus seguidores, a IURD possui filiais em mais de cem países, e mais um grande império empresarial.
A IURD também foi bastante criticada pois seu fundador já esteve envolvido em uma pá de casos de desvio da verba da seita nos anos 90.
Desde então, Universal passou a cuidar melhor e a ser um pouco mais discreta em relação a suas finanças, mas aparentemente, a coisa começou voltar a feder nos últimos tempos: A Justiça Federal, abriu processo criminal contra Edir Macedo e outros seis diretores da TV Record após denúncia do Ministério Público.
Segundo o blog do Noblat, as acusações envolvem “importação fraudulenta de equipamentos, uso de documento público falso, lavagem de dinheiro e corrupção ativa”.

ABSURDO: Pastor de Seita Protestante vende a "salvação" em troca de todos os bens dos fiéis

Uma pequena comunidade religiosa vem chamando a atenção dos capixabas. É a seita Tabernáculo Vitória, localizada no bairro Santa Tereza, região da Grande Santo Antônio, em Vitória (ES). O grupo, que se prepara e acredita que o dia do juízo final está próximo, é formado por famílias que vivem isoladas, sem contato com parentes, em uma espécie de condomínio fechado. Para fazer parte da igreja, elas se desfazem de todos os bens pessoais.
Mais de 200 fiéis vivem em 150 quitinetes em um prédio de cinco andares, que foi erguido em regime de mutirão. A instituição é presidida pelo pastor Inereu Vieira Lopes. Uma funcionária da igreja que, com medo de represálias, preferiu não se identificar, disse que os cultos são restritos aos membros da comunidade que moram nas quitinetes. “Todos os cultos são celebrados a portas fechadas”, contou.
. Para entrar e sair da comunidade é preciso se identificar pelo primeiro nome e olhar para uma das câmeras que ficam em frente ao portão principal. Quem entra e sai do local não fala com ninguém.
O que preocupa familiares e amigos dessas pessoas é o fato de que os fiés se desfazem de todos os bens pessoais. Tudo precisa ser entregue para a administração da comunidade. Muitos fiéis já venderam todos os bens que possuíam e entregaram o dinheiro para a igreja, em troca da “salvação”.
Foi o que aconteceu com o filho do marceneiro João Lopes. Ele conta que o filho, de 31 anos, há cerca de nove meses vendeu tudo que tinha para morar com a mulher e três filhos na comunidade. Segundo Lopes, ele vendeu a casa, um carro e uma placa de táxi e entregou todo o dinheiro, mais de R$ 200 mil, ao pastor Inereu. “Acho que eles sofreram uma lavagem cerebral. Como pode alguém entregar tudo que construiu em uma vida para seguir as promessas desse pastor?”, questiona Lopes.
Os parentes dos seguidores afirmam que o pastor Inereu e seu filho andam em carros de luxo. “De onde eles tiraram dinheiro para comprar esses carros, se ninguém pode trabalhar fora da igreja? E por que eles têm carros, se afirmam que só quem abrir mão dos bens materiais vai encontrar a salvação?”, questiona Lopes.
O delegado Lauro Coimbra, chefe da Delegacia de Defraudações e Falsificações, disse que só pode intervir na Igreja se algum dos fiéis procurar a polícia. “Para abrir um boletim de ocorrência nós temos que ter uma vítima. A polícia precisa de uma vítima que fale que foi enganada e que se sentiu lesada por ser induzida a se desfazer dos bens. Uma pessoa que fale que doou porque foi iludida, ludibriada e perdeu o dinheiro. Sem a vítima, não há crime”, explicou.
De acordo com o delegado, se surgir uma vítima, o pastor pode ser indiciado por vários crimes, como estelionato e falsidade ideológica. “As características são de um golpe. Mas a polícia fica de mãos atadas porque as pessoas estão lá dentro por vontade própria. E cada um faz o que quer com os bens que possui”, afirmou.
O pastor Inereu Vieira Lopes, responsável pela instituição, foi procurado para falar sobre a Igreja Tabernáculo Vitória, mas não quis dar entrevista.
fonte: Terra

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

pastor Adventista é CONDENADO por ESTUPRO de menor (PEDOFILIA)


Edivando Gonçalves Damascena, pastor da Igreja Adventista do Sétimo Dia, PRESO em flagrante e recolhido à cadeia pública de Valparaíso de Goiás (GO), cidade onde mora. O pastor foi preso em flagrante no dia 9 de março passado em frente de casa, por estupro e atentado violento ao pudor, cometidos contra sua cunhada, a adolescente D.S.S., 13 anos, que morava em sua casa desde os 9. O Ministério Público Federal também opinou pelo indeferimento do habeas-corpus. Conforme a denúncia do Ministério Público, desde o primeiro ano de convívio com a menina, Edivando praticava atos libidinosos, de forma continuada, aproveitando-se de sua pouca idade e da ascendência que tinha sobre ela, bem como das ausências de sua esposa, irmã da vítima . Quando D.S.S. completou 10 anos e passou a tomar corpo , o pastor manteve com ela a primeira relação sexual. Ao participar de um retiro espiritual no carnaval deste ano, "organizado"(CUIDADO PAIS) pela Igreja Adventista do Sétimo Dia, D.S.S., motivada por outra adolescente que também havia sido acariciada pelo pastor, contou a cinco amigos o que estava se passando. Ainda no acampamento, sob a responsabilidade de Edivando, o grupo de adolescentes decidiu surpreender o pastor em flagrante. No dia 9 de março deste ano, quando sabiam que D.S.S. e seu cunhado estariam sozinhos em casa, dois adolescentes
J.C.S.A. e A.S.N.
postaram-se no muro da casa vizinha, com uma máquina fotográfica e esperaram que o pastor iniciasse o assédio à D.S.S.. Conforme a denúncia, não demorou muito até que Edivando iniciasse as carícias, que culminaram na prática do ato sexual. Os adolescentes bateram quatro fotos da janela do quarto de casal, imaginando que poderiam comprovar os fatos, mas deixaram de acionar o flash, para evitar que o pastor percebesse a trama, o que comprometeu sua nitidez. Um deles telefonou para a polícia. Quando a quinta foto foi feita, Edivando ouviu o barulho da máquina e correu para a rua. Logo depois os policiais chegaram e prenderam o pastor em flagrante delito. O juiz de primeiro grau condenou Edivando Gonçalves Damascena a 15 anos de prisão. O argumento de sua defesa, ao pedir o habeas-corpus no STJ, é de que o flagrante foi preparado com ajuda do promotor de justiça da Comarca de Valparaíso de Goiás, Sebastião Marcos Martins, que seria inimigo pessoal do pastor. Foi questionada ainda a validade jurídica dos depoimentos dos menores, inimputáveis perante as leis civil e criminal, já que eles não foram assistidos nem representados por seus pais, nem, tampouco foram acompanhados por curadores. Mas o relator do habeas-corpus, ministro Fontes de Alencar, e o representante do Ministério Público na Sexta Turma alegaram que não cabe, nesse tipo de recurso, questionar ou reexaminar provas. Ademais, consideraram consistente a denúncia contra o pastor, razão porque propuseram a manutenção da prisão preventiva, apoiada pela unanimidade da turma.


fonte: STJ